Aposentadorias
Por idade, por tempo de contribuição e da pessoa com deficiência. Cálculo de qual regra é mais vantajosa para você dentro do que a lei permite hoje.
Advocacia previdenciária e trabalhista · Igrejinha/RS
Benefício indeferido, perícia que deu improcedente, aposentadoria adiada há anos, acerto de rescisão que não fechou a conta. Antes de aceitar a primeira resposta como definitiva, vale uma análise feita por quem trabalha só com Previdenciário e Trabalhista. É o que a primeira conversa resolve: olhar a sua situação e dizer, sem juridiquês, se existe um caminho.
Escritório em Igrejinha, atendendo o Vale do Paranhana presencialmente e o Rio Grande do Sul inteiro online.
A maioria das pessoas chega aqui depois de um benefício negado, de uma perícia que deu improcedente, ou de um acerto de saída em que os valores simplesmente não bateram.
Enquanto a dúvida fica parada, o tempo corre contra: o prazo para recorrer do INSS vai vencendo, a ação trabalhista tem só dois anos depois do fim do contrato para ser proposta, e a regra que valia para o seu caso pode mudar na próxima reforma. Descobrir tarde que havia um caminho é o cenário mais comum, e o mais caro.
O primeiro passo é entender o que a lei diz sobre a sua situação, antes de assinar qualquer coisa.
Ela não existe para vender processo. Existe para descobrir se você tem um direito a reclamar, e qual caminho faz sentido antes de você se comprometer com qualquer coisa.
Pelo WhatsApp, sem compromisso e sem juridiquês. O escritório só precisa entender o que aconteceu e ver os documentos que você tiver em mãos, como carta do INSS, CNIS, carteira de trabalho ou o termo de rescisão.
Pedido novo, recurso do indeferimento, revisão do valor, acordo ou ação na Justiça. Cada caminho vem com prazo, o que é preciso reunir e a chance real de dar certo, sem promessa pronta.
Nada começa antes de você entender o que vai acontecer, quanto custa e quanto tempo leva. Se o melhor for esperar ou não entrar com nada agora, o escritório também vai dizer isso.
Duas áreas que quase sempre andam juntas na vida de quem trabalha. Se o seu caso cruza as duas, ele é analisado por inteiro, não em pedaços.
Por idade, por tempo de contribuição e da pessoa com deficiência. Cálculo de qual regra é mais vantajosa para você dentro do que a lei permite hoje.
Para quem trabalha ou trabalhou exposto a ruído, calor, produto químico ou outro agente nocivo, comum na indústria da região. Levantamento do tempo especial que costuma passar batido.
Revisão do indeferimento do INSS, recurso administrativo e, quando for o caso, ação judicial. Um "não" no balcão não encerra o assunto.
Auxílio-doença e aposentadoria por invalidez para quem não consegue trabalhar, com orientação para a perícia médica.
Benefício assistencial para idoso ou pessoa com deficiência de baixa renda, mesmo para quem nunca contribuiu para o INSS.
Orientação para a família dar entrada na pensão e reunir a documentação certa, evitando a negativa por detalhe formal.
Verbas rescisórias, aviso prévio, férias, 13º e multa do FGTS. Conferência do acerto de saída antes de você dar quitação em algo que não fechou.
Horas não pagas, adicional noturno, de insalubridade e de periculosidade que ficaram de fora do contracheque.
Tempo trabalhado sem registro, "pejotização" e contrato de experiência usado para mascarar vínculo de emprego.
Quando o empregado é forçado a pedir demissão, sofre assédio moral ou tem direitos descumpridos de forma reiterada.
Estabilidade, emissão de CAT, e a ponte com o benefício acidentário no INSS quando o afastamento tem relação com o serviço.
Negociação e acompanhamento de acordo extrajudicial, com a conta feita antes para você saber se o valor proposto está de pé.
Alessandro da Costa é advogado inscrito na OAB/RS sob o número 134.338, graduado pela Universidade Feevale e pós-graduado em Direito Previdenciário e Trabalhista pela FMP. O escritório fica na Rua Benjamin Constant, no centro de Igrejinha, e atende também Três Coroas presencialmente e o restante do Rio Grande do Sul de forma online.
Além do atendimento, o escritório mantém um canal de informação no Instagram, com publicações que explicam regras, benefícios e direitos numa linguagem que dá para entender. É a mesma clareza que você encontra na conversa.
A conversa inicial pelo WhatsApp serve para entender o seu caso e dizer se há um caminho. Se a partir dela houver um trabalho a ser contratado, os honorários e a forma de pagamento são combinados com você antes, por escrito, sem surpresa.
Na maioria das vezes, sim. Um indeferimento pode ser revisto por recurso administrativo ou por ação judicial, desde que dentro do prazo. Justamente por isso vale procurar orientação logo depois do "não", e não meses depois.
Depende de quando o contrato terminou. A ação trabalhista precisa ser proposta em até dois anos após o fim do contrato, e alcança os últimos cinco anos trabalhados. Se você está dentro desse prazo, vale conferir o que ficou para trás.
Sim. O atendimento presencial acontece em Igrejinha e em Três Coroas, e o acompanhamento à distância, por WhatsApp e envio de documentos em formato digital, cobre o Rio Grande do Sul inteiro.
Tudo bem. No primeiro contato o escritório te orienta sobre o que buscar, como o extrato do CNIS, a carteira de trabalho, laudos médicos, a carta de decisão do INSS, contracheques e o termo de rescisão, e ajuda a organizar.
Direitos previdenciários e trabalhistas têm prazo para ser reclamados. Uma conversa rápida já responde à primeira pergunta: você tem, ou não, um caminho a seguir.
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